O primeiro Kingdom Hearts foi lançado em 2002 com uma proposta bastante extravagante: juntar dois universos de absoluto sucesso — Disney e Final Fantasy — em um terceiro para o qual muita gente assumiu uma postura bastante cética.
Quer dizer, você pode gostar de orégano e sorvete de baunilha, mas não necessariamente vai ter vontade de encontrar os dois juntos.



Não obstante, a fórmula conseguiu de fato um sucesso considerável, gerando uma boa lista de sucessores.
O jogo se propunha explicar certo hiato existente entre o primeiro e o segundo títulos da série, mostrando Donald, Pateta e Sora (o personagem principal) na tentativa de encontrar os seus companheiros desaparecidos — quem não jogou o primeiro título pode acabar com a sensação de ter pegado o bonde andando. RE: Chain of Memories não só traz um espaço de jogo bem mais amplo, como também adiciona várias cenas cinematográficas acrescidas de vozes.


Ao chegar a uma bifurcação durante a noite, o grupo acaba encontrando um misterioso sujeito que, de forma enigmática, afirma: “a frente está algo que vocês precisam, mas para clamá-lo, vocês deverão perder algo que lhes seja querido”.

O homem então desaparece, e o grupo percebe que resta apenas um caminho.
Ao fim deste, encontra-se o misterioso castelo Oblivion, onde a sua busca por pistas acaba se transformando em uma estranha jornada que fará com que os heróis percam parte das suas memórias e passem a ter sérias incertezas em relação a si mesmos.



Em primeiro lugar, as batalhas em “Re” são sensivelmente diferentes porque, bem, existem bem mais inimigos — no caso, os “heartless”.
 Também existe agora muito mais espaço e uma maior liberdade de ação, sendo agora necessário manipular a câmera do jogo (que apenas vai segui-lo caso você prenda a visão em um inimigo em particular).


No fim das contas, apenas o bom e velho Chain of Memories.
 Será possível criar até três baralhos onde você colocará cartas de ataque, magia e itens.
A criação destes demandará bastante tática, posto que você estará sempre limitado às cartas que tiver à mão.
Cada carta terá um nível associado, sendo que cada nível que você alcance vai permitir adicionar cartas mais poderosas ao baralho.




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